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    <title>Pesquisa e Inovação: Universidade Federal de Goiás</title>
    <description>A PRPI/UFG é a responsável pela gestão da pesquisa científica, inovação tecnológica, empreendedorismo, propriedade intelectual e transferência de tecnologia na UFG.</description>
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    <item>
      <title>Doze cientistas da UFG estão entre os 2% mais influentes do mundo</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Laboratório_UFG_Cientista" title="Laboratório_UFG_Cientista" src="http://prpi.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/WhatsApp_Image_2026-10-15_at_09.27.28.jpeg?1792165803" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Pesquisadores são citados no ranking Stanford/Elsevier World’s Top 2% Scientists&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Texto: Marília Siqueira e Márcia Araújo&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Foto: Carlos Siqueira&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;O ranking World’s Top 2% Scientists destaca 12 cientistas da Universidade Federal de Goiás entre os mais influentes do mundo pelo impacto global de seu trabalho no último ano ou ao longo da carreira. O levantamento é realizado pela Universidade de Stanford e publicado pela editora Elsevier, a partir da base de dados Scopus. São identificados os pesquisadores que estão entre os 2% mais influentes e citados no mundo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;A categorização tornou-se um dos reconhecimentos anuais mais acompanhados no meio acadêmico global, sintetizando o impacto de citações de dezenas de milhares de pesquisadores em todo o mundo. A edição de 2026 do ranking Stanford/Elsevier reuniu cerca de 249 mil pesquisadores no total global, sendo 1510 pesquisadores vinculados a instituições brasileiras.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;A classificação avalia, entre outros, indicadores bibliométricos, como número de citações, índice H (medida de produtividade e impacto), coautoria e o impacto real do pesquisador ao longo da carreira ou no ano anterior; e a abrangência, que divide os cientistas em dezenas de áreas e subáreas do conhecimento.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Da consistência ao impacto&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;A reitora da UFG, Sandramara Matias Chaves, aponta a relevância do papel desses cientistas no contexto da pesquisa e do desenvolvimento científico e tecnológico no país. “O fato de termos tantos pesquisadores da UFG entre os mais influentes do mundo é um indicativo da consistência do trabalho desenvolvido pela Universidade”.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Por outro lado, Sandramara salienta que esse tipo de destaque é resultado de vários anos de estudos e pesquisas. A reitora também destaca a importância do modelo de atuação das universidades públicas, baseado na indissociabilidade do tripé ensino, pesquisa e extensão. “Essa integração é essencial para posicionar nossa comunidade na fronteira do conhecimento, oferecendo uma formação de qualidade e conectada aos desafios da nossa sociedade.”&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Para o pró-reitor de Pesquisa e Inovação da UFG, Wendell Coltro, o desempenho no ranking é resultado da contribuição da UFG para a produção de conhecimento como ferramenta de transformação social com impacto global. “É inegável que, ao integrar a lista dos nomes mais influentes do mundo, a UFG projeta a ciência brasileira no cenário mundial e amplia sua visibilidade ao reafirmar seus padrões de excelência acadêmica e de compromisso com a sociedade”, destaca.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Pesquisadores da UFG&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O ranking divide os cientistas em duas categorias de avaliação: impacto ao longo da carreira e impacto no último ano. Alguns pesquisadores da UFG são citados nas duas listas. No total, 12 cientistas da Universidade são citados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pesquisadores da UFG destacados pelo impacto de seu trabalho em 2025:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;1. José Alexandre Felizola Diniz-Filho (Programa de Pós-graduação em Ecologia e Evolução e Programa de Pós-Graduação em Genética e Biologia Molecular);&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;2. Edgardo Manuel Latrubesse (Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais);&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;3. Paulo de Marco Júnior (Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade Animal e Programa de Pós-graduação em Ecologia e Evolução);&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;4. Carlos Estrela (Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde e Programa de Pós-Graduação em Odontologia);&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;5. Wendell Karlos Tomazelli Coltro (Programa de Pós-Graduação em Química);&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;6. Erika Aparecida Silveira (Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde e Programa de Pós-Graduação em Nutrição e Saúde);&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;7. Adolfo Franco Júnior (Programa de Pós-Graduação em Química e Programa de Pós-Graduação em Física);&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;8. Carolina Horta Andrade (Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas e Programa de Pós-Graduação em Medicina Tropical e Saúde Pública);&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;9. Jadson Diogo Pereira Bezerra (Programa de Pós-Graduação em Biologia da Relação Parasito Hospedeiro);&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;10. Cláudio Rodrigues Leles (Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde e Programa de Pós-Graduação em Odontologia).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pesquisadores da UFG destacados pelo impacto de seu trabalho ao longo da carreira:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;1. José Alexandre Felizola Diniz-Filho (Programa de Pós-graduação em Ecologia e Evolução e Programa de Pós-Graduação em Genética e Biologia Molecular);&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;2. Edgardo Manuel Latrubesse (Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais);&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;3. Luis Mauricio Bini (Programa de Pós-graduação em Ecologia e Evolução);&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;4. Carlos Estrela (Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde e Programa de Pós-Graduação em Odontologia);&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;5. Paulo de Marco Júnior (Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade Animal e Programa de Pós-graduação em Ecologia e Evolução);&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;6. Alejandro Ostermayer Luquetti (Programa de Pós-Graduação em Medicina Tropical e Saúde Pública);&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;7. Wendell Karlos Tomazelli Coltro (Programa de Pós-Graduação em Química).&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Informações complementares sobre o ranking divulgado podem ser obtidas no link da &lt;a href="https://elsevier.digitalcommonsdata.com/datasets/btchxktzyw/9" target="_blank" rel="noopener"&gt;Editora Elsevier&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Saiba mais&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="https://www.ufg.br/n/187429-ufg-mantem-presenca-em-rankings-que-avaliam-as-universidades-em-2024"&gt;UFG mantém presença em rankings que avaliam as universidades em 2024&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="https://www.ufg.br/n/185670-quem-sao-os-pesquisadores-da-ufg-mais-influentes-do-mundo"&gt;Quem são os pesquisadores da UFG mais influentes do mundo?&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="https://www.ufg.br/n/175971-cientistas-da-ufg-estao-entre-os-mais-influentes-mundialmente-em-ranking"&gt;Cientistas da UFG estão entre os mais influentes mundialmente em ranking&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 14 Oct 2026 15:29:59 -0300</pubDate>
      <link>https://prpi.ufg.br/n/205346-doze-cientistas-da-ufg-estao-entre-os-2-mais-influentes-do-mundo</link>
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    </item>
    <item>
      <title>VI Seminário CIA aborda retratações científicas</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="ABERTURA" title="ABERTURA" src="http://prpi.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/680/o/IMG_6774.JPG?1791914698" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-weight: 400;"&gt;Integridade da pesquisa e limites da produção do conhecimento acadêmico foram temas tratados na programação&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;*Por Marília de Paiva Siqueira&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Nos últimos dias 8 e 9 de outubro, quinta e sexta-feira, respectivamente, o auditório do Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública (IPTSP) recebeu a programação do VI Seminário de Integridade Acadêmica, realizado pela pró-reitoria de Pesquisa e Inovação da Universidade Federal de Goiás (PRPI/UFG) por meio do Comitê de Integridade Acadêmica (CIA). O tema abordado este ano foi ‘Retratações científicas e integridade da pesquisa: crises, correções e os limites da produção do conhecimento acadêmico’.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A programação do dia 8 contou com apresentação cultural musical e teve abertura oficial com mesa diretiva composta pelo pró-reitor de Pesquisa e Inovação, Wendell Coltro, representando a reitora da UFG, Sandramara Matias Chaves; a pró-reitora adjunta de Pesquisa e Inovação e diretora de Pesquisa, Natália Aredes; a professora Fernanda Nora, coordenadora do CIA e a professora Marina Pacheco, vice-coordenadora do CIA.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Ao iniciar sua fala, a professora Fernanda Nora, fez menção de solidariedade à Universidade Federal do Pernambuco (UFPE) pelo incêndio que acometeu um de seus prédios e prejudicou o prosseguimento de cerca de 200 teses e dissertações, concluindo que a comunidade acadêmica brasileira toda perde com o ocorrido.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Em seguida, adentrando ao tema do seminário, Fernanda registrou que o fato de o conhecimento científico ser provisório e passível de revisão não diminui seu valor: exige rigor dos métodos e abertura crítica, por isso, a correção do registro precisa ser visível, acessível e suficientemente explicável para que leitores, pesquisadores e instituições compreendam o que ocorreu e quais conclusões permanecem válidas.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A professora explicou que a integridade acadêmica não depende apenas de uma conduta individual, visto que se relaciona com as condições em que se pesquisa e publica, formação adequada, orientação responsável, critérios transparentes de autoria, gestão de dados, uso de inteligência artificial, revisão por pares, práticas editoriais consistentes e canais seguros para comunicar dúvidas ou suspeitas em contextos de intensa pressão por produtividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Entre outros objetivos, este seminário visa abordar a questão sob diferentes aspectos: retratação como mecanismo de correção, sua relação com a confiança da ciência, as interfaces contemporâneas e a integridade acadêmica, ferramentas para localizar retratação, revistas desindexadas, editoras ou revistas predatórias”, esclareceu.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O pró-reitor de Pesquisa e Inovação, Wendell Coltro, avaliou a iniciativa do CIA de promover o IV Seminário de Integridade Acadêmica como essencial para a preservação da intangibilidade científica: “Vejo esse evento como uma grande oportunidade para abordar questões éticas, inclusive, porque atualmente não se pode desconsiderar o uso da inteligência artificial, tema importante a ponto de já nos ter instado a implementar, na UFG, um comitê para regulamentar o uso da IA”, informou.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;                                                      &lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/680/o/IMG_6804.JPG" alt="CIA1" width="400" height="267" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;                                            &lt;em&gt; Professor Wendell Coltro fala sobre a importância do VI Seminário CIA&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A palestra de abertura ficou a cargo da professora Karen Santos-D’Amorim, da Universidade Federal do Pernambuco (UFPE), que abordou a temática: “Retratação como mecanismo de correção: como o monitoramento da integridade científica pode contribuir para a preservação da confiança pública na ciência”.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Já no dia 9 de outubro, a programação teve início pela manhã com uma mesa redonda composta por Laura Vilela Rodrigues Rezende, Daniela da Costa Britto Pereira Lima e Fausto Nomura sobre o tema “Tempos modernos: integridade acadêmica e suas interfaces contemporâneas”. Em seguida, foi aberto ao público um momento dedicado a perguntas.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;                                                                                       &lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/680/o/WhatsApp_Image_2026-10-13_at_12.31.25.jpeg" alt="galera FN" width="400" height="300" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;                                                                              &lt;em&gt; Professora Daniela Lima, Laura Rezende, Fausto Nomura, Fernanda Nora e Daniel Brito&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Houve, ainda, apresentação de 11 trabalhos, um workshop ministrado por Daniel Brito intitulado “Ferramentas para identificar retratações, revistas desindexadas e editoras e revistas predatórias” e também uma palestra de encerramento com Mariana Ribeiro, pesquisadora do Instituto Nacional do Câncer (INCA-RJ) e integrante da equipe investigativa do Retraction Watch, com o tema “Quem responde pela ciência na área da inteligência artificial?”.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Ao fazer um balanço sobre o evento, as coordenadoras do Seminário, professora Fernanda Nora e Marina Pacheco, registraram que foi um espaço de encontro, formação e diálogo sobre os desafios éticos e institucionais que atravessam a produção e a comunicação científica: “O seminário articulou reflexão, apresentação de Trabalhos, formação prática e intercâmbio entre diferentes áreas do conhecimento”, afirmaram.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A Coordenação do CIA acrescentou, ainda, que houve o registro da participação de 118 pessoas no conjunto do evento: “A adesão do público e a diversidade das atividades reforçam a importância de manter espaços institucionais de discussão, formação e cooperação em torno da integridade acadêmica”. Na oportunidade, as professoras agradeceram palestrantes, debatedores, autoras e autores dos trabalhos, bem como a equipe organizadora e todas as pessoas participantes.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 13 Oct 2026 15:15:22 -0300</pubDate>
      <link>https://prpi.ufg.br/n/205298-vi-seminario-cia-aborda-retratacoes-cientificas</link>
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    </item>
    <item>
      <title>CNPq recebe propostas até 07/01 em chamada de Bolsas de Produtividade</title>
      <description>&lt;img width="200" alt=" Banner_Notícia_Bolsas de Produtividade.png
" title=" Banner_Notícia_Bolsas de Produtividade.png
" src="http://prpi.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/680/o/Banner_Not%C3%ADcia_Bolsas_de_Produtividade.png?1784055593" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-weight: 400;"&gt;As bolsas serão concedidas nas modalidades Produtividade em Desenvolvimento Tecnológico e Extensão Inovadora (DT), Produtividade em Pesquisa (PQ) e Produtividade em Pesquisa Sênior (PQ-Sr) &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;*Por Marília de Paiva Siqueira&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Com o objetivo de conceder bolsas a pesquisadores nas modalidades ‘Produtividade em Desenvolvimento Tecnológico e Extensão Inovadora (DT)’, ‘Produtividade em Pesquisa (PQ)’ e ‘Produtividade em Pesquisa Sênior (PQ-Sr)’ e com a pretensão de valorizar pesquisadores que apresentem produção científica, tecnológica e de inovação de destaque em suas respectivas áreas do conhecimento, incentivar o aumento da produção científica, tecnológica e de inovação de qualidade e selecionar projetos de pesquisa apresentados com rigor e método científico.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A previsão é de investimento de R$450 milhões de recursos do orçamento do próprio CNPq e as bolsas têm início previsto para agosto de 2027.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;As propostas deverão ser encaminhadas ao CNPq exclusivamente via Internet, por meio do formulário de propostas online disponível na plataforma.&lt;/p&gt;
&lt;h1 class="documentFirstHeading" style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/680/o/Chamada_Produtividade_33_2026.pdf" target="_blank" rel="noopener"&gt;&lt;span style="font-size: 18pt;"&gt;Chamada CNPq nº 33/2026 - Bolsas de Produtividade do CNPq&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Acesse também o &lt;a href="https://www.gov.br/cnpq/pt-br/chamadas/todas-as-chamadas/chamadas-2026/chamada-no-33-2026/chamada-publica-cnpq-N-33-2026" target="_blank" rel="noopener"&gt;site&lt;/a&gt; para mais informações.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 08 Oct 2026 12:15:48 -0300</pubDate>
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    <item>
      <title>Prêmio ‘Carolina Bori Ciência &amp; Mulher’ abre inscrições</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="premio" title="premio" src="http://prpi.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/680/o/Banner_Not%C3%ADcia_8%C2%BA_Pr%C3%AAmio_Carolina_Bori.png?1791394698" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-weight: 400;"&gt;8ª Premiação gratificará 6 estudantes do ensino médio e graduação&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;*por Marília de Paiva Siqueira&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) publicou o edital do 8º Prêmio Carolina Bori Ciência &amp;amp; Mulher Meninas na Ciência.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Voltado para estudantes regularmente matriculadas no Ensino Médio ou em cursos de graduação de instituições de ensino brasileiras que tenham desenvolvido projeto ou atividade de iniciação científica, com acompanhamento de professor ou orientador, ou que tenham se destacado em outras atividades científicas, como feira de ciências, olimpíadas científicas, projetos de pesquisa, divulgação científica ou iniciativas similares.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Serão escolhidas seis jovens cientistas: três estudantes do Ensino Médio e três da Graduação, distribuídas entre as grandes áreas do conhecimento (Humanidades, Biológicas e Saúde, Engenharias, Exatas e Ciências da Terra).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além do reconhecimento, as vencedoras receberão troféu e prêmio em dinheiro de R$10mil reais para estudantes do Ensino Médio e R$13 mil para estudantes da graduação. Além disso, terão a oportunidade de apresentar seus trabalhos durante a 79ª Reunião da SBPC, em julho de 2027, em João Pessoa (PB) e participação de uma mentoria exclusiva com pesquisadores renomados, ampliando as possibilidades de aprendizado, troca de experiências e desenvolvimento de suas trajetórias acadêmicas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelas próprias candidatas, até 30 de outubro de 2026, pelo formulário online.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As vencedoras serão selecionadas por uma comissão julgadora que levará em consideração aspectos como a qualidade e a consistência do projeto ou atividade científica, criatividade e originalidade, compreensão e aplicação do método científico, participação e protagonismo da estudante, desempenho em atividades científicas, iniciativa, habilidades, interesse e potencial para uma trajetória na ciência.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As seis vencedoras serão anunciadas até 15 de janeiro de 2027 e a cerimônia de premiação será realizada em 11 de fevereiro de 2027, para a celebração ao Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, em um evento especial com transmissão ao vivo pelo canal da SBPC no YouTube.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Todas as disposições acerca da participação estão no edital do prêmio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;MAIS SOBRE O PRÊMIO&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Criado pela SBPC em 2019, o Prêmio Carolina Bori já reconheceu 45 cientistas e, a cada edição, alterna as categorias ‘Mulheres Cientistas’ e ‘Meninas na Ciência’. Nesta 8ª edição, a premiação será voltada a estudantes do ensino médio e graduação que desejam seguir carreira científica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O objetivo é reconhecer e estimular jovens talentosas cujas pesquisas de iniciação científica demonstrem criatividade, rigor metodológico e potencial para contribuir para o futuro da ciência no país.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na edição mais recente dedicada à categoria ‘Meninas na ciência’, realizada em 2024, a SBPC recebeu 765 inscrições válidas, um aumento de 71,5% em relação à edição anterior, em 2022.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 07 Oct 2026 14:40:24 -0300</pubDate>
      <link>https://prpi.ufg.br/n/205160-premio-carolina-bori-ciencia-mulher-abre-inscricoes</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Reunião PIP 2026 dá início ao novo ciclo de iniciação à pesquisa</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="pip5" title="pip5" src="http://prpi.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/680/o/IMG_6498.JPG?1791393892" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-weight: 400;"&gt;Cerca de mil participantes estiveram no evento que apresentou o programa, esclareceu dúvidas e sorteou brindes&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;*Por Marília de Paiva Siqueira&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na manhã desta terça-feira, 6, o Centro de Cultura e Eventos Ricardo Freua Bufáiçal, localizado no Campus Samambaia da Universidade Federal de Goiás (UFG), sediou a Reunião Geral dos Participantes da Iniciação à Pesquisa, Ciclo 2026-2027.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cerca de mil pessoas participaram do encontro que uniu estudantes, professores e orientadores e marcou o início oficial do novo ciclo do Programa de Iniciação à Pesquisa Científica, Tecnológica e em Inovação (PIP) da UFG.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O evento teve início com as palavras de estímulo do pró-reitor de Pesquisa e Inovação (PRPI/UFG), Wendell Coltro, que, à ocasião, também representou a Reitora da Universidade Federal de Goiás, Sandramara Matias Chaves.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entre suas ponderações, Wendell incentivou os interessados na reunião a ter curiosidade com tudo que observarem: “As grandes descobertas acontecem com esse olhar curioso”, disse. O professor também mencionou que o sucesso do PIP/UFG se deve ao empenho e dedicação dos envolvidos: pesquisadores, orientadores e professores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Wendell também destacou que nos últimos 5 anos o programa teve seu tamanho multiplicado: “A demanda dos planos de trabalho submetidos aumentou um pouco mais de 50%. Juntamente com a professora Natália, para o próximo ciclo, nós já estamos buscando aumentar também o quantitativo do número de bolsas, que até agora foi de 10 a 12%”.     &lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 360px;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/680/o/IMG_6532.JPG" alt="pip7" width="400" height="267" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 360px;"&gt;     &lt;em&gt; Professor Wendell Faz uso da palavra&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em seguida, a pró-reitora adjunta de Pesquisa e Inovação Diretora de Pesquisa da UFG, professora Natália Aredes, fez uma apresentação sobre o Programa de Iniciação à Pesquisa da instituição e explicou sobre sua vinculação às normativas e portarias no CNPq em nível nacional, destacando a importância de se acessar o Guia de Orientações do PIP/UFG 2026-2027 e o Guia de Integridade Acadêmica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A professora ressaltou que o Programa proporciona o desenvolvimento de habilidades fundamentais para a formação de todo estudante de graduação que vai ser um profissional: “A iniciação científica proporciona o desenvolvimento de habilidades como a leitura crítica, senso investigativo e ajuda o estudante a fazer as perguntas certas e descobrir os meios para encontrar as respostas, o que é fundamental para todo profissional”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A professora Natália Aredes falou também sobre a importância imensurável das ações afirmativas e das políticas de inclusão adotadas pela UFG, além disso destacou as novas medidas de distribuição de cotas de bolsas de forma equitativa entre as unidades acadêmicas. Por fim, em números, citou neste novo ciclo de 2026/2026, 1805 planos de trabalhos serão executados na iniciação científica e tecnológica da UFG.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;                                                                                 &lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/680/o/IMG_6552.JPG" alt="pip9" width="400" height="267" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;                                                                               &lt;em&gt;Professora Natália fala detalhadamente sobre o Programa&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para fechar o evento, o público pode participar fazendo perguntas e, por fim, houve o sorteio de brindes.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 390px;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/680/o/IMG_6717.JPG" alt="pip6" width="400" height="267" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 390px;"&gt;&lt;em&gt;Professora Natália e professor Wendell entregam brinde sorteado a estudante do PIP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;IPELab: UMA DAS ESTRUTURAS DO PARQUE TECNOLÓGICO SAMAMBAIA (PTS/UFG)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Também esteve presente no evento, o professor Marcus Carrião, coordenador geral da rede de laboratórios de ideias, prototipagem e empreendedorismo, o IPElab, que aproveitou a oportunidade para apresentar o laboratório aos estudantes do PIP/UFG.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O professor Carrião explicou que o IPELab se posiciona dentro da rede de inovação, do ecossistema do Parque Tecnológico Samambaia (PTS/UFG), mas que, aqui, fica apenas uma unidade, que é a sede. O laboratório, via de regra, dá início ao processo de empreendedorismo, de ideação e de criação de novos produtos e serviços:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Nós dispomos de infraestrutura (impressora 3D de filamentos, impressoras 3D de resina, máquinas de corte a laser, ferramentas manuais e vários outros dispositivos tecnológicos), que podem auxiliar no processo criativo e de fabricação digital, fabricação de produtos, fabricação de protótipos e objetos, além de espaço de coworking”, declarou o professor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Carrião ainda destacou que o IPELab presta serviço para a comunidade interna e externa e além da infraestrutura, o espaço conta com uma equipe técnica composta por engenheiros eletricistas, engenheiro ambiental, designer de produtos, arquiteto e físico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em números, o IPELab tem registrados, atualmente, 914 usuários cadastrados, 923 protótipos diferentes impressos, 153 atendimentos técnicos, recebeu cerca de 4000 visitantes e executou 135 oficinas, sendo que, desde o início deste ano, esta atividade passou a integrar o programa ‘Diálogos’, responsável pelas certificações necessárias para a conclusão do ciclo.&lt;br /&gt;Para mais informações sobre o programa ‘Diálogos’, acesse o link.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;                                                                      &lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/680/o/IMG_6596.JPG" alt="pip10" width="400" height="267" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;                                                                            &lt;em&gt;Professor Marcos Carrião fala sobre o IPELab&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;REUNIÃO PIP EM GOIÁS&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Reunião PIP em Goiânia teve a participação de estudantes da região metropolitana e Cidade Ocidental. No dia 19/10, a cidade de Goiás sediará o encontro na sala 98 – UAECSA/UFG, Unidade Areião, no mesmo formato e com os mesmos objetivos: informar os alunos sobre as etapas e obrigações do ciclo de iniciação científica e oportunizar o esclarecimento de dúvidas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 07 Oct 2026 14:33:05 -0300</pubDate>
      <link>https://prpi.ufg.br/n/205159-reuniao-pip-2026-da-inicio-ao-novo-ciclo-de-iniciacao-a-pesquisa</link>
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      <title>Posse de duas diretoras no Instituto de Química marca avanço da gestão feminina na UFG</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="posseiq" title="posseiq" src="http://prpi.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/680/o/IMG_6470.JPG?1790970546" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-weight: 400;"&gt;Solenidade ocorreu na manhã desta sexta-feira (2) no auditório do IQ/UFG&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;*Por Marília de Paiva Siqueira&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A gestão 2026-2030 do Instituto de Química da Universidade Federal de Goiás (IQ/UFG) será marcada pelo pioneirismo do protagonismo da gestão feminina: na manhã desta sexta-feira (2), no auditório do IQ/UFG, foram empossadas as professoras Danielle Cangussu de Castro Gomes, como diretora, e a professora Araceli Aparecida Seolatto, como vice-diretora.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A mesa diretiva dos trabalhos foi composta pela reitora da UFG, professora Sandramara Matias Chaves; a vice-reitora, professora Camila Cardoso Caixeta; o ex-diretor e atual pró-reitor de Pesquisa e Inovação (PRPI/UFG), professor Wendell Coltro e as professoras empossadas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cumprido o protocolo de leitura do termo de posse e assinadas as portarias de nomeação, foi passada a palavra às novas diretoras.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A professora Araceli Seolatto afirmou que é com profunda gratidão que assume a administração pelos próximos quatro anos ao lado da professora Danielle Gomes, com quem firmou uma verdadeira parceria nessa construção e que, apesar de ciente das dificuldades que poderão se apresentar à frente, está preparada para promover uma direção produtiva e de excelência: “Herdar a gestão exemplar titularizada pelo professor Wendell, que durou 8 anos, é um enorme desafio e sabemos disso”, registrou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por sua vez, a professora Danielle Gomes se disse honrada por assumir o cargo de diretora do IQ/UFG e destacou o fato de que, em 30 anos, é a primeira vez que duas mulheres ocupam os cargos de direção da unidade acadêmica, o que entende como um avanço institucional por trazer representatividade feminina e agradeceu à comunidade pela votação expressiva.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na oportunidade, a nova diretora manifestou gratidão também ao professor Wendell Coltro pelo empenho e dedicação à frente do IQ/UFG nas últimas duas gestões: “Durante a nossa gestão compartilhada, que durou 7 meses, aprendi muito com o professor Wendell e aproveito para agradecer pela confiança, disponibilidade e orientação”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Danielle citou, ainda, que os laboratórios do IQ/UFG transformam vidas e formam exímios profissionais, proporcionando 20 possíveis áreas de atuação, formando, por ano, cerca de 3000 alunos, o que exige constante atualização profissional e do material adquirido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Concluído o discurso da diretora, foi passada a palavra ao professor Wendell Coltro, último ex-diretor do IQ/UFG e atual pró-reitor de Pesquisa e Inovação da UFG. Ao falar sobre a solenidade, Wendell registrou tratar-se de um dia histórico pelo fato de haver não só uma, mas duas mulheres tomando posse como diretoras: “É o segundo mandato da professora Danielle. Ela aceitou o convite que eu fiz a ela e foi fantástico. Ela abraçou e soube refletir, conversar, ouvir e, em situações muito delicadas, conduziu com muito carinho e dedicação, trazendo soluções para que problemas fossem superados de forma rápida e efetiva para a unidade acadêmica, e essa liderança já está impactando esse mandato”, relembra o pró-reitor, que deixou a direção do IQ/UFG para assumir a PRPI/UFG, a convite da nova gestão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Adiante, o professor teceu elogios à conduta da professora Araceli, reconhecendo seu amor pelo curso, pela universidade e seu equilíbrio emocional, características imprescindíveis para se promover uma gestão memorável.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por fim, ao fazer uso da palavra, a professora Sandramara Chaves iniciou seu discurso ressaltando a importância do trabalho desempenhado pelo professor Wendell Coltro enquanto diretor do IQ/UFG por duas gestões consecutivas: “A mesma competência e disposição vistas na direção do IQ/UFG, Wendell mantém à frente da PRPI, em conjunto com a professora Natália Aredes”, declarou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sobre a posse de duas mulheres em cargos diretivos do IQ/UFG, a reitora registrou que, a despeito dos desafios do cotidiano, se sente realizada vendo mulheres chegarem a cargos de gestão, apesar de não ser simples e nem fácil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;UM POUCO MAIS SOBRE O INSTITUTO DE QUÍMICA&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Criado em 1996, o Instituto de Química da Universidade Federal de Goiás ministra disciplinas de Química para mais de 13 cursos da UFG, incluindo o curso de Química, que teve seu primeiro vestibular realizado em 1979 e oferece 60 vagas anuais divididas em duas modalidades de formação: licenciatura e bacharelado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Atualmente, a estrutura tem se configurado como um centro de ensino e pesquisa e possui 11 laboratórios de graduação e cerca de 30 laboratórios de pesquisa (9 técnicos administrativos, 4 químicos, 1 engenheiro químico e 22 técnicos de laboratório que atendem 78 turmas de laboratório).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Visando à consolidação da pesquisa no âmbito do Instituto de Química e maior oportunidade de qualificação profissional na área para formados no IQ/UFG, demais institutos da UFG e em outras universidades do Estado, em dezembro de 1998 foi criado o Programa de Pós-Graduação do Instituto de Química, nível Mestrado, e, atualmente, o corpo docente conta com 55 professores doutores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao falar sobre uma das vertentes da evolução da produção acadêmico-científica do IQ/UFG, o professor Wendell cita que, em 2016, o programa de pós-graduação em Química publicava, em média, cerca de 35 artigos por ano: “Hoje, o nosso programa publica 150 artigos ou mais devido a algumas mudanças implementadas na gestão, resultados que a gente obtém quando coloca o coletivo como prioridade”.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 02 Oct 2026 16:52:35 -0300</pubDate>
      <link>https://prpi.ufg.br/n/205042-posse-de-duas-diretoras-no-instituto-de-quimica-marca-avanco-da-gestao-feminina-na-ufg</link>
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    <item>
      <title>PRPI/UFG firma parceria para evento no HUGOL </title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Hugol.png" title="Hugol.png" src="http://prpi.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/680/o/Hugol.png?1790969473" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Programação começará as 8h com credenciamento e seguirá durante todo o dia com encerramento institucional ao fim da tarde&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Por *Vitórias Farias &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (HUGOL), por meio da Supervisão de Ensino e Pesquisa (SUENPES), realizará, no dia 08 de outubro de 2026, no auditório do HUGOL, a programação da 7ª Jornada Científica AGIR destinada à unidade.&lt;br /&gt;A programação abordará ciência, inovação, inteligência artificial aplicada à saúde, longevidade, assistência à pessoa idosa e produção desenvolvidos por profissionais e pesquisadores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como a PRPI/UFG tem como foco a promoção e articulação da pesquisa científica, tecnológica, inovação e divulgação científica, a Pró-Reitoria estará presente no evento apoiando institucionalmente. A programação promovida pelo HUGOL reunirá aproximadamente 180 profissionais de saúde, residentes, pesquisadores, estudantes e convidados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essa é apenas uma das programações da 7ª Jornada Científica AGIR, que acontece de forma conjunta ao 2º Congresso de Envelhecimento Saudável. O evento tem como tema “Genética, Longevidade e o Futuro da Gestão em Saúde” e acontecerá nos dias 7 e 8 de outubro de 2026, com inscrição gratuita.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No primeiro dia, no auditório da ALEGO, será realizada uma conferência com palestrante nacional, exposição de trabalhos aprovados e um painel sobre o tema do evento. A programação ocorre das 8h às 12h30, com transmissão ao vivo para todo o Brasil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já no segundo dia de evento, a programação será descentralizada, sendo realizada nas Unidades administradas pela Agir e na Rede Teia com atividades locais, discussão de cases institucionais, integração e fortalecimento das conexões regionais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A PRPI/UFG reforça seu compromisso com a atualização científica e a integração entre pesquisa, inovação e sociedade — elementos esses que também integram o escopo do evento. Dessa forma, a participação de toda a comunidade acadêmica e externa é incentivada para que se possa construir um futuro integrativo e com forte conhecimento científico disseminado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A programação completa do evento com todas as palestras, atividades e mesas redondas podem ser verificadas no &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.even3.com.br/7-jornada-cientifica-agir-693447/" target="_blank" rel="noopener"&gt;site&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;*&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Vitória Farias é estudante de Estágio Obrigatório do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Goiás, orientados pelos Jornalistas Pedro Ortiz e Marília Siqueira&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 02 Oct 2026 16:32:06 -0300</pubDate>
      <link>https://prpi.ufg.br/n/prpi-firma-parceria-para-evento-no-hugol</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Comitiva da UFG faz visita ao biotério da UnB</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="visita unb" title="visita unb" src="http://prpi.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/680/o/WhatsApp_Image_2026-10-01_at_16.36.11_%281%29.jpeg?1790883742" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Grupo conhece as estruturas do recinto da universidade&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;*Por Marília de Paiva Siqueira&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;À convite do Instituto de Ciências Biológicas da Universidade de Brasília (IB-UnB), na manhã da última quarta-feira (30), uma comitiva formada por médicos veterinários (Bruno Gonzaga e Ygor de Carvalho), arquitetos (Leonardo Dimitry, Gerani Félix e Adriano Reis), o diretor de projetos da Secretaria de Estado de Infraestrutura (Seinfra), Matheus Moller, o responsável técnico pelo Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública (IPTSP/UFG), a médica veterinária e coordenadora do Centro de Produção e Ciência em Biomodelos (CPCBio/UFG), Taís Andrade Dias de Souza e a pró-reitora adjunta de Pesquisa e Inovação e diretora de Pesquisa, professora Natália Aredes(PRPI/UFG), visitou as instalações do biotério da UnB.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Recebidos pelo médico veterinário, coordenador do Instituto de Biologia e responsável técnico do biotério na UnB há 15 anos, Jivago Rolo, a visita teve como principal objetivo apresentar as instalações destinadas à criação, gestão e manutenção de animais utilizados em ensino e pesquisa, os fluxos operacionais adotados, os procedimentos de manejo, biossegurança e gerenciamento, bem como compartilhar experiências relacionadas ao planejamento e à execução de adequações estruturais e operacionais necessárias ao atendimento das normas e diretrizes aplicáveis às instalações animais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Jivago explicou que foram necessários 12 anos para concluir a obra, cuja estrutura abriga camundongos e ratos, mas visa, após a expansão, receber também insetos, como escorpiões. Além disso, atualmente, o espaço recebeu R$ 60 milhões investidos em equipamentos e tem 60 pesquisadores ativos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/680/o/Foto_bi%C3%B3terio.jpeg" alt=" Foto bióterio.jpeg" width="500" height="667" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O veterinário citou que, atualmente, o maior desafio à frente da administração do biotério é orientar os pesquisadores de que as normas mudaram e que as universidades, como a UnB, estão na vanguarda da pesquisa com outros países: “Para fazer isso, a gente tem que mostrar. Por exemplo, no meu laboratório, a gente tem um núcleo de experimentação animal e a gente faz a comunicação científica mostrando, com transparência, tudo o que evoluiu acerca da Lei 11.794/2008 [Lei Arouca, responsável por regulamentar o uso científico e didático de animais vertebrados no Brasil]”, relatou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outro ponto relevante citado neste sentido foi a necessidade de esclarecer acerca da substituição, refinamento e redução do número de animais: “É uma forma de tratar a pesquisa com transparência, tanto para o pesquisador quanto para a comissão de ética, que fica a par do cumprimento das normativas internacionais”, afirmou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na mesma linha de raciocínio, Jivago falou sobre a biossegurança, ressaltando que o biotério da UnB tem nível de biossegurança 2, razão pela qual é necessário atender não só às normas do Conselho Nacional de Controle e Experimentação Animal (Concea), mas também às normativas da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/680/o/Visita_bi%C3%B3terio_%282%29.jpeg" alt=" Visita bióterio (2).jpeg" width="500" height="667" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;OTIMIZAÇÃO DOS BIOTÉRIOS E POPULARIZAÇÃO DO ACESSO À CIÊNCIA&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao falar sobre a otimização dos biotérios num contexto geral, o veterinário defende que há a necessidade de se abrir a possibilidade para que este seja multiusuário: “Penso que, atualmente, é inadmissível pensar na salinha do pesquisador no biotério. Precisamos que todos utilizem os mesmos espaços porque, dessa forma, a gente otimiza todos os fluxos e reduz os custos”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;INTERCÂMBIO DE CONHECIMENTO&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para a coordenadora do CPCBio/UFG, a médica veterinária Taís Andrade Dias de Souza, a experiência foi enriquecedora, especialmente pela pluralidade de profissionais envolvidos: “O fato de a comitiva ter sido composta pela equipe da infraestrutura e os demais RTs de alguns biotérios da UFG foi muito importante para essa troca de experiências, além de ter sido uma oportunidade de a gente visitar uma estrutura adequada, já que acabamos de passar pela etapa de licenciamento do Concea, o que garante que as instalações estejam adequadas e possam oferecer o bem-estar e as condições ideais para cada espécie”, explicou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Avaliado pelo órgão, as estruturas que não estiverem compatíveis com as exigidas terão o prazo de 5 anos para empreender adequações, de acordo com normativa do conselho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por fim, ao falar sobre a troca, o verdadeiro intercâmbio de conhecimento entre as duas grandes instituições de ensino superior, Taís destacou que é inegável o fato de que a UFG tem disponibilidade para buscar as melhores soluções: “Essa iniciativa deixa claro esse comprometimento com as instalações dos biotérios, com os nossos animais e, além disso, possibilita estabelecer parcerias com outras instituições, o que é muito importante”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 01 Oct 2026 16:50:55 -0300</pubDate>
      <link>https://prpi.ufg.br/n/204953-comitiva-da-ufg-faz-visita-ao-bioterio-da-unb</link>
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    </item>
    <item>
      <title>PRPI e PRPG consultam programas de pós-graduação sobre interesse no Programa MAI/DAI</title>
      <description>&lt;img width="200" alt=" Banner_Notícia_Programa MAI_DAI (1).png
" title=" Banner_Notícia_Programa MAI_DAI (1).png
" src="http://prpi.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/680/o/Banner_Not%C3%ADcia_Programa_MAI_DAI_%281%29.png?1790342284" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Coordenações de PPGs da UFG têm até 13 de novembro para submissões&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;* Por Pedro Ortiz (PRPI/UFG) com informações da PRPG/UFG e do CNPq&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação (PRPI) e a Pró-Reitoria de Pós-Graduação (PRPG) da Universidade Federal de Goiás divulgaram, por meio do Ofício Circular nº 28/2026/PRPG/UFG, a &lt;a href="https://www.gov.br/cnpq/pt-br/chamadas/todas-as-chamadas/chamadas-2026/chamada-no-30-2026/chamada-publica-cnpq-N-30-2026" target="_blank" rel="noopener"&gt;Chamada CNPq/CAPES nº 30/2026&lt;/a&gt;, referente ao Programa de Mestrado e Doutorado Acadêmico para Inovação (MAI/DAI). Você pode saber mais acessando a &lt;a href="/n/204032-prpi-ufg-divulga-chamada-cnpq-do-programa-mai-dai" target="_blank" rel="noopener"&gt;matéria prévia da PRPI/UFG&lt;/a&gt; sobre a chamada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O ofício busca consultar as coordenações dos programas de pós-graduação stricto sensu da UFG sobre o interesse em ofertar vagas de Mestrado Acadêmico em Inovação (MAI), Doutorado Acadêmico em Inovação (DAI) e Pós-Doutorado Empresarial (PDI) em projetos de pesquisa e inovação. O prazo para que os programas submetam propostas à PRPG, via processo SEI, é 13 de novembro de 2026.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O programa conta com um orçamento global de R$ 62.440.000,00 — sendo R$ 55 milhões do CNPq e R$ 7,44 milhões da CAPES —, onde o programa tem como foco a formação de recursos humanos para atuar em pesquisa aplicada e desenvolvimento tecnológico. A estratégia central é fortalecer ecossistemas de inovação, estimulando a criação de redes de parcerias que resultem na melhoria ou na criação de produtos e processos de alto impacto socioeconômico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entre os objetivos da chamada estão a formação de recursos humanos para a pesquisa aplicada, o desenvolvimento tecnológico e a inovação; o estímulo à criação de redes de parcerias entre ICTs e o setor produtivo, em conformidade com a Portaria MCTI nº 6.998/2023; a promoção de ações de divulgação científica dos resultados do programa; e o fortalecimento da articulação entre a pós-graduação e os setores empresarial, governamental e terceiro setor, em consonância com o Plano Nacional de Pós-Graduação (PNPG) 2025-2029.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Modalidades de bolsa e contrapartida&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cada proposta de projeto pode solicitar uma bolsa de Mestrado (GM, com duração de 24 meses), uma bolsa de Doutorado (GD, 48 meses), uma bolsa de Pós-Doutorado Empresarial (PDI, 12 meses) e/ou uma bolsa de Iniciação Tecnológica e Industrial (ITI, 12 meses). A chamada exige contrapartida da Instituição Parceira para cada bolsa concedida: R$ 15 mil para bolsas GM, R$ 30 mil para bolsas GD e R$ 10 mil para bolsas PDI. Não é exigida contrapartida para as bolsas ITI.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para médias e grandes empresas, pelo menos metade do valor da contrapartida deve ser financeira. Já micro e pequenas empresas, órgãos de governo e entidades do terceiro setor podem oferecer contrapartida econômica ou financeira, em qualquer proporção — desde que devidamente mensurada, sem aceitação de valores calculados em homem-hora. Todas as bolsas solicitadas precisam ter o apoio da Instituição Parceira comprovado por Carta de Concordância, anexa à Chamada CNPq/CAPES nº 30/2026.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O ofício também estabelece restrições: uma proposta não pode solicitar apenas bolsas de ITI e/ou PDI, já que essas modalidades devem obrigatoriamente acompanhar um projeto de mestrado ou doutorado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Como submeter&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As propostas dos orientadores devem ser submetidas à PRPG por meio de processo SEI, contendo despacho de encaminhamento assinado pelo orientador e pelo coordenador do programa, plano de trabalho estruturado do projeto e a Carta de Concordância da Instituição Parceira. A avaliação será conduzida por uma comissão conjunta PRPI/PRPG com base no mérito acadêmico, histórico da instituição parceira em PD&amp;amp;I, experiência prévia do PPG em projetos cooperativos, grau de inovação e plano de divulgação científica para a sociedade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com base nessa avaliação, a UFG montará uma proposta institucional única a ser enviada ao CNPq, que poderá solicitar, no total, até 10 bolsas GM, 10 bolsas GD, 5 bolsas PDI e 15 bolsas ITI. Na distribuição final, terá prioridade quem garantir ao menos uma bolsa GM ou GD por projeto aprovado.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 25 Sep 2026 10:20:58 -0300</pubDate>
      <link>https://prpi.ufg.br/n/204777-prpi-e-prpg-consultam-programas-de-pos-graduacao-sobre-interesse-no-programa-mai-dai</link>
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    </item>
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      <title>XXVIII Colóquio de Usinagem traz inovação para a comunidade acadêmica</title>
      <description>&lt;img width="200" alt=" foto coloquio usinagem.JPG
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" src="http://prpi.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/680/o/foto_coloquio_usinagem.JPG?1790260187" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Evento ocorre entre 23 e 25 de setembro&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;*Por Marília de Paiva Siqueira&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O auditório da Biblioteca Central da Universidade Federal de Goiás (UFG) foi o lugar escolhido pela Escola de Engenharia Elétrica, Mecânica e de Computação (EMC/UFG) para a organização do Colóquio de Usinagem, evento já tradicional, para sediar sua XXVIII edição, que teve sua abertura na manhã desta quarta-feira (23) e encerra sua programação na sexta-feira (25).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Colóquio teve como idealizadores o Instituto Federal de Goiás (IFG), a UFG e a Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação (PRPI). Além disso, o evento contou com o apoio de diversas instituições e empresas, a exemplo da Funape e da Mitsubishi Materials.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Voltado especialmente para profissionais da indústria, professores, mestrandos e doutorandos, estudantes de graduação, engenheiros e técnicos cuja pesquisa ou trabalho versam sobre a temática ‘Processos de usinagem’, o evento abordará diversos temas relacionados à usinagem convencional e não convencional.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para a XXVIII edição foram escolhidas as seguintes temáticas: usinabilidade dos materiais; textura e integridade da superfície; automação e tecnologia de controle dos processos de usinagem; melhoria dos parâmetros de processo; projeto de máquinas-ferramenta; sistemas de manufatura e planejamento; microusinagem; usina verde e metrologia em processos de usinagem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A cerimônia de abertura foi marcada pela composição de uma mesa diretiva que contou com a presença do coordenador do XXVIII Colóquio de Usinagem, professor Daniel Fernandes da Cunha; o diretor da Escola de Engenharia Elétrica, Mecânica e de Computação, professor Lourenço Matias e pelo Pró-Reitor de Pesquisa e Inovação, professor Wendell Coltro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Representando a reitora, professora Sandramara Matias Chaves, e a PRPI, Wendell disse que é notável o esforço do professor Daniel e da equipe que o acompanha na organização porque participou desde a concepção da ideia do evento e percebeu o cuidado e as preocupações com a organização.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um ponto importante destacado pelo Pró-Reitor foi a preocupação da EMC/UFG com o cronograma, o que não causou prejuízo nas aulas em detrimento do colóquio, porque o evento já consta do calendário: “Isso é mérito de todo o corpo docente e dos servidores técnico-administrativos, que pensam nos alunos, já que o evento é pensado para eles”, afirmou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/680/o/IMG_5970.JPG" alt="Professor profere seu discurso" width="729" height="486" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sobre a iniciação científica e a política de bolsas, o professor citou que a PRPI gerencia o programa de iniciação à pesquisa, que não para de crescer: “Neste ano, superamos a demanda do ano passado e entendemos que no próximo ano vai acontecer a mesma coisa, entretanto, enfrentamos um obstáculo que é a falta de acesso a bolsas porque a cota bolsas da instituição está estagnada, razão pela qual teremos que vencer entraves burocráticos”, explicou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Trazendo uma contribuição pessoal para o discurso, Wendell relatou sempre ter trabalhado com usinagem na Química: “Pensando nas indústrias, nas empresas que estão aqui presentes é preciso pensar também na demanda de mercado e como ajudá-la, nesse sentido, um colóquio sobre usinagem é de extrema importância”, defendeu.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dentre as reflexões trazidas pelo professor, ficou um conselho valioso sobre uma trajetória acadêmica que usualmente apresenta resultados exitosos: “Existem muitos casos de alunos que tiveram muito sucesso, em diferentes áreas. Alguns deles, chegam na instituição, conseguem uma bolsa, seja de monitoria ou iniciação científica e 2 ou 3 anos depois estão despontando como empresários, produtores, pesquisadores de alto desempenho, sendo rapidamente absorvidos pelas empresas. É um caminho promissor.”, registrou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por fim, acerca do programa de pós-graduação, Wendell incentivou os estudantes a aproveitar todas as diretrizes estabelecidas pelos programas e direcionarem sempre o olhar para o mercado, concluindo que a UFG caminha para ser mais empreendedora, implementando uma formação que oportunize visão de futuro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Também esteve presente na abertura o coordenador de popularização da ciência da PRPI, professor Renato Cândido da Silva.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;UM POUCO MAIS SOBRE A HISTÓRIA DO COLÓQUIO&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Colóquio de Usinagem teve início como um evento local na Universidade Federal de Uberlândia (UFU), sendo organizado pela primeira vez em 1993, pelo Laboratório de Ensino e Pesquisa em Usinagem, com o propósito de promover a difusão e debates sobre as pesquisas de usinagem que estavam sendo desenvolvidas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Devido a credibilidade do evento e ao espaço criado para diálogos referentes aos temas de usinagem, o evento foi se expandindo, sendo realizado em diferentes universidades, atraindo a participação tanto da comunidade acadêmica como das indústrias, tendo, hoje, abrangência nacional.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 24 Sep 2026 11:31:12 -0300</pubDate>
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