A imagem apresenta o logotipo do CONCEA, escrito em letras maiúsculas e na cor verde escura, com a tipografia mais destacada. Abaixo do acrônimo, em letras menores, está o seu significado por extenso: Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal. O fundo da imagem é totalmente branco. O logotipo, portanto, identifica de forma clara o órgão responsável pela regulamentação e controle da experimentação animal no Brasil, vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI).

Coordenadora do CPCBio/UFG passa a compor o Concea/MCTI

Em 08/01/26 08:54. Atualizada em 08/01/26 08:54.

Órgão federal é a instância máxima de controle e normatização da experimentação animal no Brasil

No último dia 4 de dezembro, a veterinária, responsável técnica e coordenadora do Centro de Produção e Ciência em Biomodelos da Universidade Federal de Goiás (CPCBio/UFG) — antigo Biotério Central —, ligado à Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação (PRPI/UFG), Taís Andrade, foi selecionada para integrar o Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (Concea), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). 

Assim, a servidora passa a compor, como membro titular, a maior e principal instância responsável por normatizar e controlar a experimentação animal no Brasil. Sua escolha tem origem na indicação feita pela Sociedade Brasileira de Ciência em Animais de Laboratório (SBCAL), que tem cadeira cativa no colegiado e onde ela atua como tesoureira, mas, na prática, Taís também se torna uma voz capaz de levar as demandas e reflexões da Universidade para esse espaço.

Ao lado de outros componentes que representam estruturas governamentais e organizações da sociedade civil, a profissional terá papel ativo na formulação de políticas normativas e deliberações pertinentes às atividades de ensino e pesquisa em biomodelos. “É uma oportunidade de contribuir para o desenvolvimento dessa ciência sempre com foco em zelar pelo uso ético e legal desses seres enquanto modelos experimentais”, afirma.

Taís Andrade também destaca a importância de sua presença para a UFG. “Acredito que essa representatividade dentro de um órgão máximo relacionado ao uso ético e ao bem-estar animal demonstra o comprometimento da instituição com estas questões e com a pesquisa científica de qualidade. Será com certeza uma experiência muito valiosa e enriquecedora”.

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